terça-feira, 10 de março de 2009

O QUE VEM AÍ

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Um drama romantico passado em Paris nos anos 20.

NOTAS SOBRE WATCHMEN


Uma das partes mais interessantes de Watchmen, a sequência de abertura, que ao som de The Times They Are A-Changin de Bob Dylan, resume em cinco minutos e meio uma parte essencial da história.


Tales of the Black Freighter, adaptação a desenho animado do comic book dentro do comic book cujo conteúdo está na obra de Alan Moore, mas não no filme, é lançado directamente em dvd a 24 deste mês.

segunda-feira, 9 de março de 2009

SEXTA À NOITE UM COMEDIANTE MORREU EM PDL.



Ainda não consegui perceber o que não me agradou no tão elogiado Watchmen.
Mas vou ler o livro outra vez e rever o filme, se possivel noutra sala que não as da CL, e vou descobrir.

quarta-feira, 4 de março de 2009

O QUE VEM AÍ



Estreia a 18 de Março, nas salas espanholas, "Los abrazos rotos" o novo filme de Pedro Almodovar.
Com a recentemente oscarizada Penélope Cruz como protagonista principal o filme, baseado numa novela de Thierry Jonquet e com música Alberto Iglesias, é nas palavras do próprio Almodovar uma história de amor louco que se desenrola em duas épocas distintas: nos meados dos anos 90, quando um escritor e cineasta sofre um trágico acidente que o deixa cego e 14 anos depois quando recorda as circunstâncias do terrível sinistro em que perdeu a mulher que amava.
Com duas horas e meia de duração este drama foi rodado em Madrid e Lanzarote.
As variantes cromáticas dos posters que entretando vão sendo conhecidos homenageiam Wharol, uma das mais claras influências de Almodovar.

O QUE VEM AÍ

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O REGRESSO DO VELHO WOODY?


Woody Allen de novo em Nova Yorque sem Scarlett. Após quatro filmes no estrangeiro Match Point, Scoop, Cassandra's Dream e Vicky Cristina Barcelona, Woody regressa à sua cidade onde filmou Whatever works com Larry David, Evan Rachel Word e Patricia Clarkson. O filme será apresentado a 2 de abril na inauguração do Festival de Cinema de Tribeca.
Com argumento de Allen, Whatever works foi descrito pelo realizador como "uma história romântica entre pessoas excêntricas que ao encontrarem-se criam muitos conflitos e problemas".

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009



O filme The 13th Day / O 13º Dia - Um milagre em Fátima, dos realizadores independentes Ian e Dominic Higgins que relata os acontecimentos de Maio a Outubro de 1917 no contexto das perseguições religiosas da I República e da I Guerra Mundial e a história das aparições recebeu a aprovação do Apostolado Mundial de Fátima.
Pelas posições retrogradas que a igreja tem assumido não me parece lá muito bom presságio.
A ver vamos!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

JAI-HO



Mesmo com uma música destas, Slumdog, foi o grande vencedor de uma noite sem grandes surpresas.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

29 ANOS DEPOIS

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Na data em que o mais reconhecido festival de cinema em Portugal celebra o seu 29º aniversário relembro as muitas horas passadas naquela que terá sido uma outra das minhas escolas de cinema. Recordo, desde logo a 1ª edição em 1981, no velhinho Carlos Alberto e as sessões nas recentes e contíguas salas Lumiére - a sala A de August e a L de Louis - com a livraria Leitura mesmo ao lado, o tasquito em frente onde se digeria um jantar apressado entre a sessão de final da tarde e a do início da noite. Relembro que foi nesse ano que vi pela primeira vez Picnic in Hanging Rock, The Birds, Carrie, Flash Gordon e muitos outros que a memória já não consegue precisar.
Nos anos seguintes a aprendizagem continuou. Foi no Fantas que vi pela primeira vez o Blade Runner o Chronopolis o Metropolis na versaõ Giorgio Moroder. Que ouvi falar de David Cronenberg, de Luc Besson, dos irmãos Cohen, de Almodovar. Também foi no Fantas que vi os piores filmes da minha vida (mas até os maus filmes eram bons!!!!). Foi no Fantas que passei o maior número de horas seguidas a ver cinema. Não consigo puxar à memória com que filme começei a maratona, logo na primeira sessão da tarde, que se prolongou até às 6 da manhã seguinte com a trilogia Mad Max. Já não sei precisar em que ano. Finais de 80? Inícios de 90? Sei que foi num dos meus últimos anos de Fantas.
Vou parar por aqui que a vontade de apanhar um Sata é muita e o festival ainda vai no ínicio...
No próximo ano eu e o Fantas celebramos números redondos, mais ou menos na mesma data, por mim já marquei o reencontro. Podemos tomar um cimbalino no café Luso? Depois de braço dado desceremos em festança até ao Rivoli.

PS: Lembrei-me. O meu último Fantas foi no ano em que a Sónia Úngaro, filha de uma boa amiga, desfilou no hall de entrada do CA. Em que ano Josefina?

O INÍCIO


Tudo começou há 40 anos, mais ou menos por alturas das férias da Páscoa.
Com 9 anos acabados de celebrar recebi convite dos vizinhos do lado para o meu baptismo cinematográfico. Na altura, a Dona Alice e o Sr. Tony, duas personagens que imitavam no vestir e nos trejeitos as estrelas de Hollywood dos anos 60, exploravam o Cine Vale Formoso (hoje uma igreja maná). Fernando, filho deste ilustre casal de vizinhos e meu colega de escola foi o grande responsável pela minha iniciação. Perfeito imitador de Jerry Lewis, representava para nós, colegas e professores, todas as deixas dos filmes a que assistia nas Sessões da Tarde. Foi ele que obrigou os pais a convidar toda a escola para uma dessas sessões - creio que com a intenção de nos mostrar o quanto eram perfeitas as suas imitações do grande actor americano.
Mas como disse no início estávamos na época pascal e o plano saiu-lhe gorado. Tal como hoje acontece nas programações das televisões, a época era propícia à reposição de épicos como Ben Hur e Os Dez Mandamentos.

Os Dez Mandamentos
foi 1º filme da minha vida. Foi a cor arrebatadora e o esplendor da última longa metragem de De Mille que despertou a minha primeira paixão. Muitos outros se seguiram, durante anos sempre na mesma sala que passou desde então a ser a minha segunda casa, o meu jardim das fantasias.
Um dia contarei como transferi o bigode do Clark Gable para a Marilyn Monroe no cartaz do The Mefists, quando ajudava a pintar uma das grandes telas que eram fixadas nas empenas do edifício a anunciar o filme em exibição.